Olá! Em homenagem aos 20 anos sem George Harrison, vou postar esse poema. A despedida para um beatle__ Maya Amamiya Você lembra, George? A nona nuvem ou nuvem nove? Ou quando você e seu bando eram fabulosos? Você lembra, beatle? A rádio do diabo Que era só fofoca para quem não pensa ou fala? Você lembra, seu místico? Quando dizia sobre seu doce Senhor? O quanto queria estar perto Dele? Não quero me despedir. Não quero essa neblina de Los Angeles. Não vá rápido como uma bala. Eu quero você aqui. Porque todo dia você é mais você. E eu sou mais eu, sou mais eu. Por favor, volte para mim. Volte para nós. E deixo este poema como despedida. Para você. ...
Olá! Sei que deveria dedicar mais um pouco aqui mas volto com os poemas diversos e hoje é dia de bad! Decisão__ Maya Amamiya Foi difícil, sim. Doeu, bastante. Chorar, eu quero. Abandonar tudo, desejo. Dizer adeus, foi duro. Depressão, eu senti. Ignorada, me senti. Lágrimas, escorreu de meus olhos. Ouvir playlist depressiva, estou ouvindo. Falar a verdade, eu disse. Cansada, eu estou de saber. Pensar se devo, sim. Persuadida, fui. Larguei grupos e os amigos, larguei. Vou mudar, farei. Escrever poema, volto. E decidir, eu decidi! Inara Araujo “Maya Amamiya”, escritora e criadora da Grindhouse *Se quiser conhecer a Grind, acesse britishinvasiongroups.blogspot.com
A galáxia Inara__ Maya Amamiya Localizado há 27 bilhões de anos-luz Entrando em Andrômeda, na esquina com Olho Negro Existe uma galáxia recém nascida de um big bang. Uma pequena explosão de átomos. Espalha-se 50 estrelas. 20 asteroides. 4 constelações. 2 austrais, 2 boreais. Parece uma lindeza. Com seu balanço de cores. Mudança brusca das formas. A formação de cinturões para nevoeiro cósmico. Se um cientista avistar no Hubble, Por favor, batize de Galáxia Inara. Porque ela era uma galáxia humana. Ela mesma uma constelação. Ela era um cinturão de asteroide. Ela é filha do átomo. Ela é Galáxia Inara. Inara Araujo “Maya Amamiya” 20/08/2021
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